All posts by rothen

Seminários DEd/Ufscar – Inscrição

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Neoliberalismo e avaliação da educação infantil.

Como as políticas neoliberais se expressam em avaliações na educação infantil?

Buscaremos analisar os instrumentos de avaliação da educação infantil que vêm sendo recomendados por organismos internacionais em diversos países, assim como as armadilhas neoliberais contidas em tais propostas.

O encontro ficará disponível no Youtube, quem participar ao vivo terá direito de certificado.

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A estrutura do trabalho científico

O objetivo deste episódio é tratar a respeito da estrutura do texto acadêmico, o primeiro ponto a ser considerado são as realidades essenciais para que a redação do texto aconteça para isso as leituras, reflexões e pesquisas são indispensáveis.

Leia mais A estrutura do trabalho científico

Rap Vacila Vacina

Normalmente gosto de declamar poesias, hoje me arrisco no campo do Rap. Veja como ficou minha experiência.

Tá osso

Hoje tem

outra história

Sem memória

Tá osso

 

Tem osso

Papo quente

Papo irado

Nada furado

Para sua mente

 

Mandou geral

Papo reto

Isso é Brasil!!

 

País doente

Povo sem dente

E comumente

– mente

 

Não é brincadeira

A cada dia uma frigideira

Tá osso

Sem pão

Nem arroz

Nem feijão

 

Na fila do açougue

– esperando seu osso

E o povo de bobeira

Sem comida

Nem vacina

Só vacila

 

Hoje só vamos roer

Gente destemida

Desmentida

Vai doer!!

 

Isso é Brasil…

Não é brincadeira!!

 

O Rap não mente

Te desmente

 

Vai lá otário

Vacina

Não contamina

 

E leva tua mina

Pra mudar esse país

 

Rap de Vinício Carrilho Martinez

Cantado por José Carlos Rothen @prof.rothen

Beats prod. by Anabolic Beatz

 

Entre a sereia e o vigário: discursos sobre Ciência, Tecnologia & Inovação no campo científico brasileiro

Autor Erico Lopes Pinheiro de Paula.

Tese de doutorado defendida em 16/06/2021

Com esta tese, apresentamos investigação que abordou os discursos de associações científicas (mas não apenas) a respeito de desenvolvimento econômico e inovação. Leia mais Entre a sereia e o vigário: discursos sobre Ciência, Tecnologia & Inovação no campo científico brasileiro

O habitus vestibulando para o acesso ao ensino superior em um colégio privado no sul de Minas Gerais

Autor João Vinicius Carvalho Guimarães

Dissertação de mestrado

Defendida em 20/08/2020

As camadas médias e elitizadas na educação básica se constituem em importante campo de estudo para a Sociologia da Educação, embora pouco explorado. Leia mais O habitus vestibulando para o acesso ao ensino superior em um colégio privado no sul de Minas Gerais

Amar é fogo que arde

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                           Luís de Camões

Autopsicografia Fernando Pessoa

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa, in ‘Cancioneiro’

A redação acadêmica

A redação acadêmica é um dos temas desenvolvidos nesta série de orientações de metodologia do trabalho acadêmico. Qual o melhor caminho para uma boa redação acadêmica? Como elaborar as minhas ideias? Como fugir da síndrome da folha em branco. São questões que trato na videoaula.

Inventário das minhas ideias

Agora é o momento do autor da pesquisa elaborar o resultado do trabalho realizado. Comecemos organizando as nossa ideias Leia mais A redação acadêmica

5 km sub 25 minutos

Compartilho os meus dois atuais hobbies: a corrida e o tele teatro. Narro a minha experiência de fazer os 5 km abaixo dos 25 minutos. Neste tempo de quarentena, a minha experiência com as atividades físicas.

Avaliação e aprendizagem remota

Clique aqui para baixar o slide

 

O título da palestra conta com alguns termos: avaliação, processo de ensino e aprendizagem e, finalmente, aprendizagem remota, o qual nós podemos também chamar de educação a distância. Entendo que estão chamando essa prática educativa como aprendizagem remota, por um lado, pelos preconceitos que a educação a distância sofre; por outro lado, os defensores da educação a distância entendem que o trabalho que será desenvolvido sejrá realizado de forma amadora, com isso aumentaria a recusa a EaD. Essa diferenciação é importante politicamente, mas atrapalha, no sentido de que o trabalho que irá ser realizado atualmente tem muito a ver com o que nós chamamos de educação a distância. De qualquer forma, nós vamos utilizar as ferramentas da educação à distância. Leia mais Avaliação e aprendizagem remota

A nova gestão pública e a reconfiguração da educação superior

A comunicação analisa criticamente os principais conceitos da Nova Gestão Pública e a sua relação com as práticas de avaliação da educação superior. Observa-se que por um lado essa concepção tende a ampliar a eficiência e a efetividade do setor público, por outro lado tende a subvalorizar tanto as especificidades da natureza pública da gestão. A prestação de contas, os mecanismos de controle e a ênfase nos resultados e na responsabilização dos agentes prestadores dos serviços pelos resultados obtidos. O processo de avaliação educacional baseado na Nova Gestão Pública restringe a complexidade educacional local a indicadores e manuais de “boas práticas”. Leia mais A nova gestão pública e a reconfiguração da educação superior

Concepções sobre avaliação educacional de intelectuais acadêmicos brasileiros nos anos 1980

Regilson Maciel Borges e José Carlos Rothen


Regilson Borges Maciel
José Carlos Rothen
O artigo discute a constituição do campo da avaliação educacional no Brasil a partir das concepções de intelectuais acadêmicos brasileiros que ajudaram a construir esse campo de conhecimento ao longo da década de 1980. Leia mais Concepções sobre avaliação educacional de intelectuais acadêmicos brasileiros nos anos 1980

Política, docência e diversidade espaços de, na e para a Universidade

José Carlos Rothen (publicado em 22/01/2020 e atualizado em 06/03/2020)

clique na imagem para baixar os slides

Podemos utilizar diversos termos para definir a Universidade, como por exemplo: docência, política, professor, diversidade, conhecimento e muitos outros. Nesta fala, vou destacar os termos política, docência e diversidade, e relacioná-los com a Universidade como proposto no título desta fala Leia mais Política, docência e diversidade espaços de, na e para a Universidade

Mecanismos de Avaliação e Regulação da Universidade Federal Brasileira no Reuni: Entre a Proposta e o Contrato

Géssica Priscila Ramos, José Carlos Rothen e Maria Cristina da Silveira Galan Fernandes


O Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), instituído em 2007, teve como objetivo central expandir o acesso e a permanência na educação superior, com base em contrato estabelecido entre o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal com a definição das condições necessárias à ampliação física, acadêmica e pedagógica da rede federal. Leia mais Mecanismos de Avaliação e Regulação da Universidade Federal Brasileira no Reuni: Entre a Proposta e o Contrato

Abordagens de avaliação educacional: a constituição do campo teórico no cenário internacional

Regilson Maciel Borges e José Carlos Rothen

Este artigo apresenta uma revisão teórica das principais abordagens de avaliação que marcaram a trajetória da avaliação educacional no cenário internacional. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica que, referenciada na literatura da avaliação, busca estudar as variadas dimensões e os diferentes sentidos que constituíram historicamente o campo da avaliação educacional. São descritas sete abordagens de avaliação: a avaliação baseada em objetivos, a avaliação baseada na lógica científica, a avaliação baseada no valor agregado, a avaliação a serviço da decisão, a avaliação orientada para consumidores, a avaliação centrada nos participantes e a avaliação qualitativa. Cada uma dessas abordagens é caracterizada segundo seus protagonistas, objetivos, enfoques conceituais, orientações teóricas decorrentes de pressupostos metodológicos e os estudiosos que deram continuidade nas suas respectivas abordagens. Essa literatura internacional exerceu forte influência sobre os pesquisadores brasileiros da avaliação que, fundamentados nesses referenciais, buscaram sustentar uma área de conhecimento que ainda se encontra em processo de constituição e fortalecimento em nosso país.
acesse o texto
Considerações finais
Este artigo analisou a constituição teórica do campo da avaliação no cenário internacional a partir da contribuição de estudiosos que sistematizaram diferentes abordagens existentes no campo da avaliação educacional, com destaque para as abordagens de avaliação centradas nos objetivos, na lógica científica, no valor agregado, no serviço para a decisão, nos consumidores, nos participantes e no enfoque qualitativo.
A avaliação baseada em objetivos busca determinar se os objetivos educacionais foram atingidos. Os principais autores dessa abordagem são Tyler, Metfessel, Michael, Bloom, Hammond, Popham e Steinmetz. Suas vantagens são a fácil utiliza- ção, a aceitabilidade e o foco nos resultados. As principais críticas a essa abordagem se concentram no seu foco exclusivo nos resultados, no reducionismo que gera e na sua linearidade.

Veja outros textos da pesquisa Avaliação educacional: teorias dos anos 1980. 

A avaliação baseada na lógica científica se equivale à pesquisa científica e, enquanto tal, segue a mesma lógica do método científico. Os principais autores dessa abordagem são Campbell, Stanley, Suchman, Cronbach, Lindquist, Snow, Boruch, Glass, Maguire, Wiley, Bock, Klineberg, James, Herzog e Fleck. As vantagens dessa abordagem são o foco nos resultados e a credibilidade. Suas desvantagens se direcionam às aplicações da experimentação em assuntos humanos.
A avaliação baseada no valor agregado procura determinar o quanto a escola contribui para o crescimento de seus alunos. Os principais autores dessa abordagem são Sanders, Horn, Webster, Mendro, Almaguer e Tymms. As vantagens dessa abordagem são a criação de banco de dados, o uso eficiente de testes padronizados e o progresso contínuo. Suas desvantagens são a forte dependência do quantitativo, o não detalhamento das entradas e dos processos do programa e a pouca utilização de métodos qualitativos.

Veja  Avaliação e Regulação da Educação Superior brasileira:  história e políticas 

A avaliação baseada no serviço para a decisão fornece informações para que os programas melhorem seus serviços. Os principais autores dessa abordagem são Stufflebeam, Alkin, Cronbach, Patton, Reichardt e Wholey. Suas vantagens são o atendimento de necessidades específicas, a ajuda na decisão, a apresentação lógica das informações, o equilíbrio no uso de métodos quantitativos e qualitativos, e seus princípios democráticos. As desvantagens são a perda de independência dos avaliadores, a ênfase excessiva na avaliação formativa e a pouca dedicação à avaliação somativa.
A avaliação baseada nos consumidores é vista como um processo de determina- ção de mérito e valor. Os principais autores dessa abordagem são Scriven, Glass, Ken Komoski, Morrisett e Stevens. Suas vantagens são a ênfase numa avaliação independente e objetiva, com redução do fator subjetivo, e a alta credibilidade com grupos de consumidores. Suas desvantagens estão relacionadas à sua independência, pois pode intimidar a inovação e sufocar a criatividade.

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A avaliação baseada nos participantes visa descobrir, investigar e abordar os problemas de um programa. Os principais autores dessa abordagem são Stake, Denny, MacDonald, Parlett, Hamilton, Rippey, Smith e Pohland. As vantagens dessa abordagem são o uso de métodos qualitativos, a triangulação de diferentes fontes, a participação dos interessados na avaliação e a comunicação eficaz dos resultados. As desvantagens são a falta de credibilidade externa e de independência dos avaliadores e a pouca clareza dos resultados.
A avaliação qualitativa se baseia nas perspectivas valorativas dos interessados. Os principais autores dessa abordagem são Guba, Lincoln, MacDonald, House, Parlett, Hamilton, Halpern, Bhola, Schwandt e Fetterman. As vantagens dessa abordagem são os processos de negociação, as orientações democráticas, a descrição detalhada e a liberdade de escolha dos métodos. Suas desvantagens estão na dificuldade da produção de relatórios devido ao envolvimento e à interação contínua entre avaliador e avaliados.
As abordagens de avaliação descritas no quadro da revisão téorica realizada neste estudo, além de fornecerem uma compreensão do desenvolvimento histórico e conceitual do campo da avaliação no cenário internacional, também oferecem, aos interessados pela avaliação, a possibilidade de escolha daquela abordagem que julgarem mais apropriada para responder à natureza de determinado problema educacional. Nesse caso, o avaliador precisa, necessariamente, dispor de liberdade para elaborar o planejamento da avaliação, escolher os instrumentos a serem aplicados e participar efetivamente na execução do plano de avaliação – sem contar a necessidade de se observar as diferentes realidades a serem avaliadas e de incentivar o envolvimento dos demais membros no processo avaliativo. Caso contrário, corre-se o risco de que o avaliador pareça o único responsável pela avaliação.
Entendemos que, de alguma maneira, as abordagens de avaliação apresentadas influenciaram e continuam presentes em nossas práticas e estudos de avaliação. No passado, em nosso cenário educacional, essas abordagens marcaram fortemente a produção científica brasileira sobre o tema que, inicialmente focada na ideia tyleriana de avaliação como atividade final para alcançar objetivos, passou, com o tempo, a incorporar outras alternativas metodológicas de cunho mais qualitativo para a avaliação, com destaque para as concepções de Scriven, Stake, Stufflebeam, Parlett e Hamilton, incluindo a dimensão política de MacDonald e democrática de House. Ainda hoje os conceitos de avaliação somativa e formativa de Scriven têm orientado nossos estudos, assim como a proposição de Guba e Lincoln em torno da ideia da avalição como negociação e a presença do estudo de caso como técnica de pesquisa na avaliação, conforme proposto por Stake, Guba e Lincoln e MacDonald.
De modo geral, compreendemos que essa literatura internacional, traduzida nas abordagens de avaliação expostas, exerceu forte influência sobre os pesquisadores brasileiros da avaliação que, fundamentados nesses referenciais, buscaram sustentar uma área de conhecimento que ainda se encontra em processo de constituição e fortalecimento em nosso país. A adoção dessas fontes marcou um novo momento para os estudiosos brasileiros da avaliação que, munidos por essa literatura, passaram a desenvolver referenciais teóricos alternativos ao modelo tecnicista de avalia- ção predominante até então. Com isso criaram espaço para o surgimento, em nosso meio, da chamada avaliação emancipatória.

Políticas de cotas: um estudo de meta-avaliação nas universidades estaduais paranaenses

O texto apresenta uma meta-avaliação das políticas de cotas em universidades estaduais paranaenses. O objetivo foi analisar os processos avaliativos dessas políticas quanto a semelhanças e diferenças, potencialidades e limites, estratégias e procedimentos utilizados. Foram realizadas análise documental e entrevistas, sistematizadas com a análise do conteúdo. Leia mais Políticas de cotas: um estudo de meta-avaliação nas universidades estaduais paranaenses

Os alicerces da avaliação educacional no Brasil: a elaboração teórica de intelectuais na década de 1980

Autor Regilson Maciel Borges

Tese de doutorado defendida na UFSCar defendida em 31/03/2017

A pesquisa analisa a configuração do campo científico da avaliação educacional no Brasil na década de 1980, tendo como ponto de partida a identificação de autores brasileiros que ajudaram a construir o campo e as suas respectivas contribuições teóricas sobre a temática em questão. Leia mais Os alicerces da avaliação educacional no Brasil: a elaboração teórica de intelectuais na década de 1980

Curso de extensão gratuito: avaliação institucional da educação

A websérie Conversas sobre avaliação agora também será oferecida em breve na versão curso de extensão pelo Portal de Cursos Abertos (PoCA) da Secretária de Educação a Distância da UFSCAR.
Inscreva-se no curso

Ao acessar o site do PoCA será solicitado um cadastro, que é utilizado para a inscrição no curso. Depois da inscrição você receberá um e-mail para confirmar a inscrição. CASO não receba  o e-mail de confirmação verifique a sua caixa de Spam, ou se digitou o e-mail corretamente. Caso tenha dificuldades escreva para contato@poca.ufscar.br

Todos os cursos do Portal são gratuitos. Leia mais Curso de extensão gratuito: avaliação institucional da educação

Avaliação institucional: o caso da UFSCar

Autora Joelma dos Santos [Bernardes]

Dissertação defendida na UFSCar em 24/02/24

Esta Dissertação de Mestrado tem o objetivo de investigar a atuação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) em articulação com os processos de autoavaliação institucional. Leia mais Avaliação institucional: o caso da UFSCar