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Mênon: Uma Reconstrução Pedagógica da Dialética Socrática em Cinco Fases

• O Enxame de Virtudes e a Busca pela Definição Geral.

Esta fase inicial é marcada pela mudança da pergunta de Mênon (“pode a virtude ser ensinada?”) para a busca socrática pela essência (“o que é a virtude?”),. Sócrates critica a apresentação de uma multiplicidade de virtudes particulares e exige que se encontre o “caráter único” que as torna virtudes,.

MÊNON: Podes dizer-me, Sócrates: a virtude é coisa que se ensina? Ou não é coisa que se ensina mas que se adquire pelo exercício? Ou nem coisa que se adquire pelo exercício nem coisa que se aprende, mas algo que advém aos homens por natureza ou por alguma outra maneira?
SÓCRATES: (…) Estrangeiro, corro o risco de que penses que sou algum bem-aventurado — pelo menos alguém que sabe se a virtude é coisa que se ensina ou de que maneira se produz —; mas estou tão longe de saber se ela se ensina ou não, que nem sequer o que isso, a virtude, possa ser, me acontece saber, absolutamente.
MÊNON: Mas tu, Sócrates, verdadeiramente não sabes o que é a virtude, e é isso que, a teu respeito, devemos levar como notícia pra casa?
SÓCRATES: Não somente isso, amigo, mas também que ainda não encontrei outra pessoa que o soubesse, segundo me parece. (…) Mas tu mesmo, Mênon, pelos deuses!, que coisa afirmas ser a virtude?
MÊNON: Mas não é difícil dizer, Sócrates. Em primeiro lugar, (…) a virtude do homem: ser capaz de gerir as coisas da cidade, e, no exercício dessa gestão, fazer bem aos amigos e mal aos inimigos (…). Se queres a virtude da mulher, não é difícil explicar que é preciso a ela bem administrar a casa (…). E diferente é a virtude da criança (…) e a do ancião (…). E há muitíssimas outras virtudes, de modo que não é uma dificuldade dizer, sobre a virtude, o que ela é.
SÓCRATES: Uma sorte bem grande parece que tive, Mênon, se, procurando uma só virtude, encontrei um enxame delas pousado junto a ti. Entretanto, Mênon, a propósito dessa imagem sobre o enxame: se, perguntando eu sobre o ser da abelha, o que ele é, dissesses que elas são muitas e assumem toda variedade de formas, o que me responderias se te perguntasse: “dizes serem elas muitas e diferentes umas das outras quanto ao serem elas abelhas? Ou quanto a isso elas não diferem nada?”
MÊNON: Eu, de minha parte, diria que, quanto a serem abelhas, não diferem nada umas das outras.
SÓCRATES: Ora, é assim também no que se refere às virtudes. Embora sejam muitas e assumam toda variedade de formas, têm todas um caráter único, graças ao qual são virtudes, para o qual, tendo voltado seu olhar, a alguém que está respondendo é perfeitamente possível fazer ver o que vem a ser a virtude.
MÊNON: Acho que entendo sim. Contudo, ainda não apreendo, como quero pelo menos, aquilo que é perguntado.
SÓCRATES: Mas é só a propósito da virtude que te parece ser assim, Mênon: que a virtude do homem é diferente da virtude da mulher? Ou passa-se a mesma coisa também com a saúde, com o tamanho e com a força? Parece-te ser uma a saúde do homem, outra a da mulher?
MÊNON: A saúde, ela, parece-me ser a mesma, tanto a do homem quanto a da mulher.
SÓCRATES: Mas a virtude, quanto ao ser virtude, diferirá em alguma coisa, quer esteja numa criança ou num velho, quer numa mulher ou num homem?
MÊNON: A mim pelo menos parece, de alguma forma, Sócrates, que esse caso já não é parecido com aqueles outros.

• A Raia Elétrica e o Paradoxo da Investigação (Aporia).

Após sucessivas falhas em definir a virtude, Mênon sente-se “entorpecido” e introduz o argumento erístico de que é impossível procurar o que não se conhece,. Este é o momento de impasse absoluto que limpa o terreno das falsas certezas,.

MÊNON: Sócrates, mesmo antes de estabelecer relações contigo, já ouvia dizer que nada fazes senão caíres tu mesmo em aporia, e levares também outros a cair em aporia. E agora, está-me parecendo, me enfeitiças e drogas, e me tens sob completo encanto, de tal modo que me encontro repleto de aporia.
SÓCRATES: E o que te leva a dizer isso, Mênon?
MÊNON: Se é permitida uma pequena troça, tu me pareces ser semelhante à raia elétrica, aquele peixe marinho que entorpece quem dela se aproxima e a toca; tu pareces ter-me feito algo desse tipo. Pois verdadeiramente eu estou entorpecido, na alma e na boca, e não sei o que te responder. No entanto, miríades de vezes já pronunciei discursos sobre a virtude para multidões, e muito bem, como me parecia; mas agora, nem sequer o que ela é, absolutamente, sei dizer.
SÓCRATES: És traiçoeiro, Mênon! Fizeste essa comparação para que eu fizesse uma contigo, pois sei que os belos se regozijam em comparações. Mas eu te digo: se a raia elétrica, ficando ela mesma entorpecida, faz também os outros entorpecerem-se, eu me assemelho a ela; se não, não. Pois não é sem cair em aporia eu próprio que faço cair em aporia os outros. Caindo em aporia eu próprio mais que todos, é assim que faço os outros caírem também. Agora, sobre a virtude, eu não sei o que ela é; mas estou disposto a procurar contigo.
MÊNON (O Paradoxo): E de que modo procurarás, Sócrates, aquilo que não sabes absolutamente o que é?. Pois procurarás propondo-te procurar que tipo de coisa, entre as coisas que não conheces? Ou, ainda que a encontres, como saberás que isso que encontraste é aquilo que não conhecias?.
SÓCRATES: Compreendo que tipo de coisa queres dizer, Mênon. Vês quão erístico é esse argumento que estás urdindo?. Dizes que não é possível ao homem procurar nem o que conhece nem o que não conhece. Pois não procuraria o que conhece, porque já conhece; nem o que não conhece, pois nem sequer saberia o que deve procurar.
MÊNON: Não te parece então que é um belo argumento esse, Sócrates?.
SÓCRATES: Não, a mim não parece. Pois ouvi homens e mulheres sábios em coisas divinas dizerem palavras verdadeiras e belas: que a alma é imortal e que, por ter nascido muitas vezes, não há nada que ela não tenha aprendido; de modo que o que chamamos aprendizado é, na verdade, uma rememoração.

• A Teoria da Reminiscência e o Experimento Geométrico.

Para responder ao impasse, Sócrates apresenta a tese de que a alma é imortal e já aprendeu todas as coisas,. Ele demonstra essa teoria interrogando um escravo, provando que o aprendizado é, na verdade, uma rememoração de conhecimentos já presentes na alma,.

SÓCRATES: Ouvi homens e também mulheres sábios em coisas divinas. Dizem eles que a alma do homem é imortal; ora chega ao fim — o que se chama morrer — e ora nasce de novo, mas não é jamais aniquilada.
MÊNON: E que palavras são essas?
SÓCRATES: Sendo a alma imortal e tendo nascido muitas vezes, e tendo visto tanto as coisas que estão aqui quanto as que estão no Hades, enfim todas as coisas, não há o que não tenha aprendido. De modo que não é nada de admirar que seja possível a ela rememorar aquelas coisas que já antes conhecia. Pois o procurar e o aprender são, no seu total, uma rememoração.
MÊNON: Sim, Sócrates. Mas podes ensinar-me como isso é assim?
SÓCRATES: Ainda há pouco te dizia que és traiçoeiro, Mênon. Perguntas se posso te ensinar a mim, que digo que não há ensinamento, mas sim rememoração, para que imediatamente apareça eu proferindo uma contradição comigo mesmo. Mas, se podes, mostra-me!
SÓCRATES: Chama-me um desses muitos servidores teus, para que com ele eu te faça uma demonstração. (Para o escravo) Dize-me aí, menino: reconheces que uma superfície quadrada é desse tipo?
ESCRAVO: Reconheço.
SO.: Se este lado for de dois pés e este também de dois, de quantos pés será o todo? Não vem a ser de duas vezes dois?
ESC.: Vem a ser.
SO.: Quanto é duas vezes dois pés?
ESC.: Quatro, Sócrates.
SO.: E pode haver outra superfície, que seja o dobro desta. De quantos pés será?
ESC.: Oito.
SO.: De que tamanho será cada linha dessa superfície? A desta é de dois pés; e a daquela que é o dobro?
ESC.: Mas é evidente, Sócrates, que será o dobro: quatro pés.
SO.: (Para Mênon) Vês, Mênon, que eu não estou ensinando isso absolutamente? Estou apenas perguntando. Neste momento, ele pensa que sabe qual é a linha.
MEN.: Sim, parece-me que sim.
(Após demonstrar ao escravo que um lado de 4 pés gera uma área de 16, e não 8, Sócrates o conduz à diagonal)
SO.: Esta linha, que se estende de canto a canto, não corta em dois cada uma das superfícies?
ESC.: Sim.
SO.: Quantas metades dessas há dentro deste novo quadrado?
ESC.: Quatro.
SO.: E quatro superfícies dessas são o quê de duas?
ESC.: O dobro.
SO.: Então, de quantos pés é esta superfície?
ESC.: De oito pés.
SO.: A partir de qual linha é formada?
ESC.: A partir desta que se estende de canto a canto.
SO.: Ora, esta linha, chamam os estudiosos de diagonal. É a partir da diagonal que se formaria a superfície que é o dobro?
ESC.: Perfeitamente, Sócrates!
SO.: (Para Mênon) Que te parece, Mênon? Há uma opinião que não seja dele que este menino deu como resposta?
MEN.: Não, mas sim dele.
SO.: Logo, naquele que não sabe, existem opiniões verdadeiras sobre as coisas que não sabe, que, sendo despertadas pelo questionamento, se tornam ciências. A alma, portanto, deve ser imortal, de modo que aquilo que acontece não saberes agora, é necessário tomares coragem e tratares de procurar e de rememorar.

• O Método das Hipóteses e a Virtude como Ciência.

Sócrates propõe investigar se a virtude é ensinável através de uma suposição: se a virtude for um tipo de ciência ou conhecimento, então ela deve ser ensinável,. Analisa-se então se a virtude é o bem que guia a alma por meio da razão.
A quarta fase do diálogo, frequentemente identificada como o Método das Hipóteses, marca o momento em que Sócrates, após demonstrar a teoria da reminiscência, cede ao desejo de Mênon de retornar à pergunta original: “a virtude pode ser ensinada?”.
Para investigar isso sem ainda ter uma definição fixa do que é a virtude, Sócrates propõe utilizar o método dos geômetras, investigando a questão a partir de uma suposição ou hipótese.
SÓCRATES: Mênon, se eu comandasse a ti como comando a mim mesmo, não examinaríamos se a virtude se ensina antes de saber o que ela é. Mas, como buscas a liberdade e queres mandar em mim, condescenderei. Façamos, então, como os geômetras: investiguemos por meio de uma hipótese.
MÊNON: E que hipótese seria essa?
SÓCRATES: Esta: se a virtude é um tipo de ciência (conhecimento), ela pode ser ensinada? Ou, se for algo diferente de ciência, não pode?. Não é evidente para qualquer um que o homem só aprende aquilo que é ciência?.
MÊNON: Sim, isso me parece claro.
SÓCRATES: Agora, precisamos examinar a segunda parte da hipótese: a virtude é ciência ou algo diferente?. Partamos do princípio de que a virtude é um bem. Se existe algum bem que seja distinto da ciência, então a virtude poderia não ser ciência; mas se não há nenhum bem que a ciência não englobe, a virtude deve ser ciência.
MÊNON: De acordo.
SÓCRATES: Ora, as coisas que nos são úteis — como a saúde, a força, a riqueza — não são bens?. Mas essas mesmas coisas não podem também nos causar dano se não forem bem utilizadas?.
MÊNON: Podem sim.
SÓCRATES: Da mesma forma, as qualidades da alma, como a coragem, a prudência e a memória, se não forem acompanhadas de razão e compreensão, não podem ser prejudiciais?. Uma coragem sem inteligência não seria apenas uma audácia temerária que leva ao erro?.
MÊNON: Certamente.
SÓCRATES: Logo, tudo o que a alma empreende só leva à felicidade se for guiado pela compreensão (razão). Se a virtude é algo que está na alma e é necessariamente útil, ela deve ser compreensão, pois todas as coisas da alma não são, por si mesmas, nem úteis nem prejudiciais; tornam-se um ou outro conforme a presença da sabedoria.
MÊNON: Tuas palavras parecem corretas, Sócrates.
SÓCRATES: Então, por esse raciocínio, a virtude seria um tipo de sabedoria ou ciência. E se os bons não são bons por natureza — pois se fossem, a cidade teria um meio de identificá-los e guardá-los — eles devem se tornar bons por meio do aprendizado.
MÊNON: Parece-me que chegamos à conclusão de que a virtude é ensinável, já que é ciência!.
(Nota: Esta conclusão será testada e colocada em dúvida na quinta fase, quando Sócrates passará a procurar os mestres e discípulos dessa suposta ciência.)

Fase 5: A Virtude como Opinião Verdadeira e Dom Divino.

Na fase final, ao observar que não existem mestres nem discípulos de virtude na prática, conclui-se que ela não é ciência,. A virtude é então definida como uma “opinião verdadeira” que advém aos homens não pelo ensino, mas por uma concessão ou favor divino (theia moira),.
A quinta e última fase do diálogo, que podemos intitular como “A Virtude como Opinião Verdadeira e Dom Divino”, marca o fechamento da investigação. Após a hipótese de que a virtude seria ciência, Sócrates testa essa ideia na realidade prática e descobre que, embora a virtude guie os homens, ela não o faz pelo conhecimento técnico ou ensinável.
Aqui está o resgate dessa fase final, mantendo a estrutura de diálogo:
SÓCRATES: Mênon, se nossa conclusão anterior estivesse correta e a virtude fosse ciência, não deveriam existir, necessariamente, mestres e discípulos dela?
MÊNON: Certamente.
SÓCRATES: No entanto, por mais que procuremos, não encontramos em Atenas quem se diga mestre de virtude e que realmente a transmita. Nem os sofistas, que cobram por isso, nem os cidadãos considerados “homens de bem” parecem capazes de formar outros. Veja o caso de Ânito, que acaba de se juntar a nós. Digas, Ânito: se quiséssemos que um jovem fosse um bom médico, não o enviaríamos aos médicos?
ÂNITO: Sim, Sócrates.
SÓCRATES: E se quiséssemos que fosse virtuoso? Tu dirias que qualquer cidadão ateniense “honesto” serviria como mestre? Mas repare nos grandes homens: Temístocles, Aristides e Péricles. Todos foram homens excelentes, mas nenhum deles foi capaz de ensinar a própria virtude aos seus filhos, embora lhes tenham dado mestres para tudo o mais. Se a virtude pudesse ser ensinada, não teriam eles ensinado o que havia de mais valioso?
MÊNON: É um argumento forte, Sócrates. Parece que não há mestres, e por isso, a virtude não pode ser ciência. Mas então, como os bons homens dirigem nossas cidades, se não é pelo conhecimento?
SÓCRATES: É aqui que cometemos um erro em nossa investigação, Mênon. Acreditamos que apenas a ciência guiava a ação correta. Mas há algo mais: a opinião verdadeira. Se um homem sabe o caminho para uma cidade, ele guia bem. Mas se um homem apenas “opina corretamente” sobre o caminho, sem nunca ter ido lá, ele não guiará tão bem quanto o primeiro?
MÊNON: Em nada seria inferior em relação à correção da ação.
SÓCRATES: Exatamente. Enquanto a opinião for verdadeira, ela é um guia tão bom quanto a ciência. A diferença é que a ciência é estável porque está “amarrada” pelo cálculo da causa — a nossa reminiscência —, enquanto as opiniões verdadeiras são como as estátuas de Dédalo: se não forem presas, fogem da alma do homem.
MÊNON: Então, os políticos virtuosos agem por opinião verdadeira?
SÓCRATES: Sim. Eles não possuem compreensão real da virtude, mas são como adivinhos ou profetas divinos. Agem sob uma inspiração. Concluímos, portanto, que a virtude não vem nem pela natureza, nem pelo ensino, mas sim por uma concessão divina (theia moira) que advém sem inteligência àqueles que a possuem. A menos que, Mênon, apareça um político capaz de tornar outro homem tão virtuoso quanto ele; esse sim seria, entre os vivos, como a verdade entre as sombras.

NOTA INFORMATIVA SOBRE A ELABORAÇÃO DESTE MATERIAL

Este texto é uma reconstrução pedagógica do diálogo “Mênon”, de Platão, produzida com o auxílio da inteligência artificial NotebookLM, sob a coordenação e comandos específicos do professor para fins didáticos. O processo de elaboração seguiu as seguintes diretrizes fundamentais extraídas das fontes:
• Fontes de Referência: O conteúdo baseia-se no texto estabelecido por John Burnet e na tradução de Maura Iglésias. Foram também integradas análises contemporâneas sobre a dialética socrática e seu potencial como Paidéia irônica.
• Metodologia de Síntese: A narrativa foi organizada em cinco fases lógicas que marcam a transição dos diálogos socráticos em busca de uma definição para a introdução de elementos platônicos, como a imortalidade da alma e o método das hipóteses.
• Adaptação Pedagógica: Seguindo a orientação do professor, o experimento geométrico com o escravo foi adaptado para o sistema métrico brasileiro (metros), visando facilitar a compreensão da lógica da duplicação da área do quadrado através da diagonal.
• Tratamento Dialético: O estilo de diálogo original foi preservado para evidenciar as técnicas de refutação e maiêutica, demonstrando como o reconhecimento da própria ignorância (aporia) é essencial para o despertar da reminiscência.
• Conclusão Conceitual: O material reflete a conclusão final do diálogo de que a virtude não é ensinável por não ser uma ciência, mas sim uma opinião verdadeira concedida por favor divino.
Este roteiro serve como recurso didático complementar e deve ser utilizado em conjunto com a análise das fontes originais e das apresentações em sala de aula.
PLATÃO. Mênon. Texto estabelecido e anotado por John Burnet. Tradução de Maura Iglésias. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2001. 117 p. (Bibliotheca Antiqua, 1).

O Estado em Metamorfose: Baixe o E-book Grátis

Prezados(as) leitores(as) e pesquisadores(as), é com imensa satisfação que lhes apresento o cerne de minha pesquisa de Professor Titular, agora disponível gratuitamente em formato de e-book: ‘O Estado em Metamorfose: Cruzamento da Reforma do Estado em Cuba, na França e no Brasil’.

Este trabalho dedica-se a uma investigação aprofundada de uma das mais complexas e urgentes transformações do nosso tempo: o deslocamento das estruturas estatais contemporâneas. Estamos presenciando a transição de um Estado Administrativo – aquele modelo mais hierárquico, burocrático e historicamente responsável pela oferta direta do bem comum – para um Estado em Rede, caracterizado por sua descentralização, flexibilidade, interconectividade, mas também, por vezes, pela desresponsabilização na oferta desse bem comum.

Meu foco recai sobre o impacto da Nova Gestão Pública (NGP) neste processo, analisando-a em três contextos significativamente distintos: o setor da educação superior no Brasil e na França, e o processo de reforma do Estado cubano em sua totalidade. A grande questão de fundo que me moveu por anos de pesquisa é: o que é o Estado?

 

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Apresentação do e-book Metamorfose Estatal

Aqui resgato a minha apresentação da minha tese de professor titular da UFSCar

Você sente que o mundo mudou, mas o Estado continua o mesmo? Pense de novo! O Estado que você conhece está em plena metamorfose. Mas para onde ele está indo?

Na busca desta resposta apresento o cerne de minha pesquisa que resultou na  minha tese de professor titular, agora disponível em formato de e-book, intitulado ‘O Estado em Metamorfose: Cruzamento da Reforma do Estado em Cuba, na França e no Brasil’. Leia mais Apresentação do e-book Metamorfose Estatal

Casamento inesquecível

Você já se imaginou no meio de um casamento desastroso, repleto de momentos hilários e inesperados? Em “Casamento inesquecivel”, a realidade supera a ficção em uma comédia que vai te deixar sem fôlego! Prepare-se para gargalhadas e reviravoltas que vão te surpreender do início ao fim!

Imagine: o grande dia, o vestido perfeito, tudo planejado… mas a noiva tem outros planos! Em meio à celebração, uma decisão inusitada muda completamente o rumo da festa. A protagonista decide “chapar” (ficar bêbada) e transforma a recepção em um verdadeiro show de comédia, repleto de momentos hilários e totalmente imprevisíveis.

“Casamento Inesquecível” não é apenas um filme sobre um casamento; é uma exploração das emoções e surpresas que permeiam esse dia tão especial. Você vai se identificar com os personagens, vivenciar cada momento de tensão e se divertir com as loucuras que acontecem.

Este filme independente é uma explosão de risadas, perfeito para quem procura um entretenimento leve e divertido. Não perca a oportunidade de assistir a um casamento que você nunca vai esquecer!

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Reflexos de almas

Um grupo de mulheres 60+ se reúne semanalmente no Centro de Referência do idoso (CRI) para leituras diversas e, com a ajuda mútua e a amizade que surge nos encontros, elas vão lembrando e refletindo sobre os sonhos reprimidos na adolescência e, também, compreendendo as alegrias de viver com tudo o que conquistaram.

O curta-metragem “Reflexos de almas” traz à tona, para discussão, que é possível às mulheres 60+ hoje, que viveram tão pressionadas e que tiveram seus sonhos reprimidos, encontrem a felicidade, principalmente se elas viverem em grupos e se apoiarem mutuamente para resgatar a energia, a alegria, e os sonhos de antigamente, agora em nova versão. Leia mais Reflexos de almas

Continuidade dos parques

Um homem se entretém diante da sua janela com a leitura de um romance que relata a história de dois amantes. A janela do seu escritório será a porta que o levará a ser o personagem principal do romance.

O roteiro remete para o conflito psicológico de esconder uma realidade conhecida como se fosse uma realidade ficcional. Esta questão contribui para a discussão de aspectos psicológicos que permitam compreender como as fantasias podem esconder as realidades nas quais vivemos.

Leia mais Continuidade dos parques

Livro: Meta-avaliação: aspectos conceituais e metodológicos

A discussão da temática da meta-avaliação, a avaliação de avaliações, não e um campo novo no contexto dos estudos avaliativos no âmbito internacional, entretanto, percebemos que ainda ocorre de maneira tímida no cenário das discussões e pesquisas da área educacional, no Brasil. Ainda são escassos os estudos, ao menos no recorte das políticas avaliativas educacionais nacionais, que utilizam de algum arcabouço teórico-metodológico meta-avaliativo para estruturar análises de avaliações, sejam de caráter macro, meso ou micro. Questões sobre o que é meta-avaliação e como se faz meta-avaliação ainda são comuns entre pesquisadores da avaliação, em seus diversos contextos, e até mesmo a avaliadores iniciantes ou não, que, talvez, por conta da falta de conhecimento ou de acesso a produções textuais nacionais mais robustas sobre a temática, acabam por não reconhecerem os benefícios da prática meta-avaliativa para suas práticas avaliativas cotidianas.

É nesse sentido que esta obra se constitui, no objetivo de trazer à comunidade interessada uma modesta, mas bem intencionada introdução sobre as características conceituais, metodológicas e práticas da meta-avaliação, sem a intenção de esgotar o assunto, no entanto. Desse modo, apresentamos aos leitores algumas possíveis conceituações de autores reconhecidos internacionalmente sobre meta-avaliação, bem como, suas disposições metodológicas para a prática meta-avaliativa. Além disso, trazemos ao público leitor alguns dos principais compêndios de parâmetros e padrões internacionais para uso em atividades de meta-avaliação, no contexto norteamericano.

Em complemento, apresentamos uma inciativa de pesquisadores nacionais de construir princípios para a prática avaliativa, no Brasil, seguido de alguns exemplos de pesquisas nacionais que utilizaram a meta-avaliação, como recurso teórico-metodológico para a análise de seus objetos de pesquisa. Para finalizar, apresentamos nossa contribuição para o tema, que são os parâmetros para a meta-avaliação de aspectos emancipatórios de autoavaliações em Instituições de Nível Superior (IES), no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). A explicação desses parâmetros é seguida da aplicação prática do instrumento meta-avaliativo em duas IES, com o objetivo de exemplificar e clarificar o uso desse aporte.

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A construção do conhecimento sobre o campo da autoavaliação institucional nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia

Ivan dos Santos Oliveira

José Carlos Rothen

A presente pesquisa teve como objetivo identificar como se estruturou o conhecimento na produção acadêmica, entre 2008 e 2020, a respeito da autoavaliação institucional nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Para isso, realizou-se uma revisão de literatura sistematizada a respeito da temática, visando compreender o conhecimento a respeito da autoavaliação institucional, no âmbito da educação superior, profissional e tecnológica. Como resultados, verificamos que são parcos os estudos meta-avaliativos na área, que o interesse pela temática antecede a criação dos Institutos Federais e que os estudos focam, principalmente, na relação da autoavaliação com os processos de gestão e planejamento das IES e na atuação das CPAs.

Introdução

Tradicionalmente, os estudos a respeito da avaliação da educação superior no Brasil têm como foco de pesquisa as universidades, sobretudo as públicas (Oliveira; Rothen, 2021), dado ao protagonismo que essas instituições de educação superior (IES), historicamente, exerceram nesse nível de educação eaos profícuos trabalhos de pesquisa desenvolvidos por renomados pesquisadores vinculados a programas de pós-graduação com base nessas IES. Entretanto, com a publicação da Lei n.º 11.892, de 29 de dezembro de 2008, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são criados e equiparados às universidades, para efeito da incidência das disposições que regem a regulação, a avaliação e a supervisão das instituições e dos cursos de educação superior (Brasil, 2008), inserindo-os como potenciais objetos de estudo desse campo científico.Os Institutos Federais, conforme rege sua lei de criação, são instituições públicas de ensino especializadas na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, mas que possuem uma singularidade quanto a sua natureza institucional, ao articularem os níveis de ensino da educação básica, profissional e superior. Nesse sentido, por atuarem na formação superior, mediante a oferta de licenciaturas, de bacharelados e de cursos tecnólogos, essas IES são avaliadas dentro da sistemática do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), o qual realiza-se pela aplicação de três instrumentos principais: a avaliação institucional, a avaliação de cursos e o exame nacional de desempenho de estudantes (ENADE).Nesse sistema, a avaliação institucional é composta por duas etapas: a avaliação interna ou autoavaliação e a avaliação externa, realizada por uma comissão de avaliadores não vinculados à IES. Na etapa da autoavaliação, as IES assumem o protagonismo do processo avaliativo, com o objetivo de pesquisar, mediante a participação ativa dos diversos segmentos da comunidade interna, os pontos fortes da instituição e as debilidades que necessitam ser melhoradas. Essa etapa do processo avaliativo mostra-se, então, como momento ideal para o desenvolvimento de um processo emancipatório tanto dos sujeitos como das IES.Tendo isso em vista, a presente pesquisa teve como objetivo identificar como se estruturou o conhecimento acadêmico em teses, dissertações, artigos e trabalhos apresentados em eventos científicos a respeito da autoavaliação institucional nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, principalmente estudos meta-avaliativos, os quais objetivam o melhoramento de avaliações, no recorte temporal que compreende os anos de 2008 a 2020. Para isso, realizamos uma revisão de literatura sistematizada a respeito da temática, visando compreender o conhecimento a respeito da autoavaliação institucional, no âmbito da educação superior, profissional e tecnológica.Iniciamos nossa pesquisa utilizando a ferramenta de busca avançada do banco de dados da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações –BDTD, em meados do mês de março de 2020, inserindo os descritores “autoavaliação”, “instituto federal” e “rede federal”. Os resultados foram 77 (setenta e sete) trabalhos encontrados, mas apenas 08 (oito) dissertações e 01 (uma) tese pertencente ao recorte de contexto teórico da avaliação institucional e ao recorte do objeto estudado, que são os Institutos Federais.Também foram utilizados os descritores “avaliação interna”, “instituto federal” e “rede federal”, ocasionando 07 (sete) resultados, dos quais também apenas 01 (um) se enquadra no recorte de contextos teórico e de objeto aqui definidos.Ainda nessa base de dados, achamos por bem, mais uma vez, realizar busca, dessa feita, utilizando os descritores “meta-avaliação” e “educação superior” para ter absoluta certeza de que todos os trabalhos referentes ao recorte abordado fossem encontrados. Tivemos como resultado 11 (onze) trabalhos meta-avaliativos de algum aspecto da educação superior nacional, sendo 05 (cinco) deles referentes à meta-avaliação de processos de autoavaliação institucional em IES, mas não referentes a Institutos Federais, como presumível. Esgotadas as possibilidades de localizar pesquisas acadêmicas sobre a meta-avaliação da autoavaliação na Rede Federal na BDTD, empreendemos pesquisa na base de dados do Google Scholar. Foram utilizados nessa plataforma os descritores “meta-avaliação”, “autoavaliação”, “rede federal” e “instituto federal”, obtendo-se um total de 49 (quarenta e nove) resultados entre teses, dissertações, artigos e trabalhos acadêmicos. Excluídos os resultados repetidos ou não pertinentes ao contexto teórico e de objeto, a pesquisa possibilitou encontrar outras 02 (duas) dissertações não disponíveis no catálogo da BDTD e 01 (um) trabalho acadêmico apresentado em eventos.Da mesma forma, empreendemos busca no Catálogo de Dissertações e Teses da Capes, a fim de encontrar algum outro trabalho que nos faltasse nas buscas anteriores. Optamos por concentrar a pesquisa no termo “meta-avaliação”, reduzindo para 79 (setenta e nove) resultados. Excluindo os trabalhos encontrados nas outras bases de dados, encontramos mais 02 (dois) trabalhos referentes ao contexto teórico e ao objeto aqui tratado.Decidimos, então, ampliar a busca utilizando os descritores “meta-avaliação” e “autoavaliação”, obtendo um resultado de 06 (seis) artigos, sendo 02 (dois) deles referentes ao âmbito da autoavaliação institucional no ensino superior.

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A gestão democrático-gerencial da educação superior: o caso da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Autora: Ana Paula Silveira

Tese de doutorado defendida em 07/12/2022

Em meados da década de 1960, iniciavam-se as discussões sobre a reinvenção da administração pública. A reinvenção administrativa trouxe à discussão os novos modelos administrativos, a Nova Gestão Pública e o Gerencialismo. Leia mais A gestão democrático-gerencial da educação superior: o caso da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

A Universidade Federal de Tocantins/Campus de Arraias na Consolidação do Desenvolvimento Socioeducacional: os indicadores sociais e as percepções dos sujeitos da Região Sudeste do Estado do Tocantins

Autor: Maurício Reis Sousa do Nascimento.

Tese de doutorado defendida em 2022

Este estudo analisa o processo de inserção da Universidade Federal do Tocantins (UFT) na região sudeste do Estado do Tocantins e busca compreender os impactos que essa instituição exerce na região considerado a relação entre universidade e desenvolvimento social. Leia mais A Universidade Federal de Tocantins/Campus de Arraias na Consolidação do Desenvolvimento Socioeducacional: os indicadores sociais e as percepções dos sujeitos da Região Sudeste do Estado do Tocantins

Coletivos culturais: loucos por arte

Documentário

Coletivos culturais são agrupamentos de pessoas que buscam Coletivos culturais são agrupamentos de pessoas que buscam espaço para produzirem cultura. O documentário traz um exemplo. Nele trazemos o relato de uma interessante experiência de pessoas que formaram um coletivo para divulgar e conseguir entrar no universo das produções culturais dominado pela indústria cultural.

Leia mais Coletivos culturais: loucos por arte

Seminários DEd/Ufscar – Inscrição

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Neoliberalismo e avaliação da educação infantil.

Como as políticas neoliberais se expressam em avaliações na educação infantil?

Buscaremos analisar os instrumentos de avaliação da educação infantil que vêm sendo recomendados por organismos internacionais em diversos países, assim como as armadilhas neoliberais contidas em tais propostas.

O encontro ficará disponível no Youtube, quem participar ao vivo terá direito de certificado.

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A estrutura do trabalho científico

O objetivo deste episódio é tratar a respeito da estrutura do texto acadêmico, o primeiro ponto a ser considerado são as realidades essenciais para que a redação do texto aconteça para isso as leituras, reflexões e pesquisas são indispensáveis.

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Rap Vacila Vacina

Normalmente gosto de declamar poesias, hoje me arrisco no campo do Rap. Veja como ficou minha experiência.

Tá osso

Hoje tem

outra história

Sem memória

Tá osso

 

Tem osso

Papo quente

Papo irado

Nada furado

Para sua mente

 

Mandou geral

Papo reto

Isso é Brasil!!

 

País doente

Povo sem dente

E comumente

– mente

 

Não é brincadeira

A cada dia uma frigideira

Tá osso

Sem pão

Nem arroz

Nem feijão

 

Na fila do açougue

– esperando seu osso

E o povo de bobeira

Sem comida

Nem vacina

Só vacila

 

Hoje só vamos roer

Gente destemida

Desmentida

Vai doer!!

 

Isso é Brasil…

Não é brincadeira!!

 

O Rap não mente

Te desmente

 

Vai lá otário

Vacina

Não contamina

 

E leva tua mina

Pra mudar esse país

 

Rap de Vinício Carrilho Martinez

Cantado por José Carlos Rothen @prof.rothen

Beats prod. by Anabolic Beatz

 

Entre a sereia e o vigário: discursos sobre Ciência, Tecnologia & Inovação no campo científico brasileiro

Autor Erico Lopes Pinheiro de Paula.

Tese de doutorado defendida em 16/06/2021

Com esta tese, apresentamos investigação que abordou os discursos de associações científicas (mas não apenas) a respeito de desenvolvimento econômico e inovação. Leia mais Entre a sereia e o vigário: discursos sobre Ciência, Tecnologia & Inovação no campo científico brasileiro

O habitus vestibulando para o acesso ao ensino superior em um colégio privado no sul de Minas Gerais

Autor João Vinicius Carvalho Guimarães

Dissertação de mestrado

Defendida em 20/08/2020

As camadas médias e elitizadas na educação básica se constituem em importante campo de estudo para a Sociologia da Educação, embora pouco explorado. Leia mais O habitus vestibulando para o acesso ao ensino superior em um colégio privado no sul de Minas Gerais

Amar é fogo que arde

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                           Luís de Camões

Autopsicografia Fernando Pessoa

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa, in ‘Cancioneiro’

A redação acadêmica

A redação acadêmica é um dos temas desenvolvidos nesta série de orientações de metodologia do trabalho acadêmico. Qual o melhor caminho para uma boa redação acadêmica? Como elaborar as minhas ideias? Como fugir da síndrome da folha em branco. São questões que trato na videoaula.

Inventário das minhas ideias

Agora é o momento do autor da pesquisa elaborar o resultado do trabalho realizado. Comecemos organizando as nossa ideias Leia mais A redação acadêmica

5 km sub 25 minutos

Compartilho os meus dois atuais hobbies: a corrida e o tele teatro. Narro a minha experiência de fazer os 5 km abaixo dos 25 minutos. Neste tempo de quarentena, a minha experiência com as atividades físicas.

Avaliação e aprendizagem remota

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O título da palestra conta com alguns termos: avaliação, processo de ensino e aprendizagem e, finalmente, aprendizagem remota, o qual nós podemos também chamar de educação a distância. Entendo que estão chamando essa prática educativa como aprendizagem remota, por um lado, pelos preconceitos que a educação a distância sofre; por outro lado, os defensores da educação a distância entendem que o trabalho que será desenvolvido sejrá realizado de forma amadora, com isso aumentaria a recusa a EaD. Essa diferenciação é importante politicamente, mas atrapalha, no sentido de que o trabalho que irá ser realizado atualmente tem muito a ver com o que nós chamamos de educação a distância. De qualquer forma, nós vamos utilizar as ferramentas da educação à distância. Leia mais Avaliação e aprendizagem remota

A nova gestão pública e a reconfiguração da educação superior

A comunicação analisa criticamente os principais conceitos da Nova Gestão Pública e a sua relação com as práticas de avaliação da educação superior. Observa-se que por um lado essa concepção tende a ampliar a eficiência e a efetividade do setor público, por outro lado tende a subvalorizar tanto as especificidades da natureza pública da gestão. A prestação de contas, os mecanismos de controle e a ênfase nos resultados e na responsabilização dos agentes prestadores dos serviços pelos resultados obtidos. O processo de avaliação educacional baseado na Nova Gestão Pública restringe a complexidade educacional local a indicadores e manuais de “boas práticas”. Leia mais A nova gestão pública e a reconfiguração da educação superior